domingo, 7 de maio de 2017

Panorama Macroeconômico

       

 O Banco Central (BC) acelerou o ritmo de corte da taxa de juros, de 0,75 p.p. para 1,0 p.p. na última reunião de política monetária, reduzindo a taxa Selic de 12,25% para 11,25%. A desinflação tem se mostrado mais espraiada, não se limitando aos preços de alimentos, mas atingindo também componentes mais sensíveis à atividade econômica, como os preços de serviços. Dessa forma, projetamos alta de 3,9% do IPCA em 2017, abaixo da meta estipulada pelo BC. Em relação à atividade econômica, os dados recentes apontam para alguma estabilização da economia. Apesar dessa estabilidade, o PIB do primeiro trimestre será influenciado positivamente pela safra recorde agrícola, devendo registrar alta na margem. Para 2017, esperamos crescimento de 0,3%, diante de recuperação gradual da atividade econômica. Assim, os sinais de estabilização da economia reduzem o senso de urgência do BC em intensificar a velocidade de flexibilização da política monetária. Esperamos novo corte de 1,0 p.p. na próxima decisão. Para o final do ano, estimamos que a taxa Selic atinja 8,50%, patamar que deve ser mantido em 2018. Além disso, cabe destacar que as próximas semanas serão bastante importantes para o andamento das reformas fiscais. Recentemente, a Câmara aprovou o texto-base do projeto de lei que institui o Regime de Recuperação Fiscal dos Estados e o parecer do relator da reforma da previdência foi lido em sua comissão especial. A aprovação das reformas, principalmente a da previdência, é fundamental para a estabilização da trajetória de dívida bruta/PIB nos próximos anos. Por fim, o comportamento relativamente estável da moeda brasileira reforça nossa expectativa de que a taxa de câmbio estará cotada a R$/US$ 3,10 e R$/US$ 3,25 no final de 2017 e 2018, respectivamente


 A economia global seguiu apresentando sinais mais contundentes de aceleração do crescimento no primeiro trimestre, com destaque para as economias da China e Área do Euro. Entretanto, os últimos indicadores de atividade norte-americana sugerem crescimento abaixo do anteriormente esperado para o PIB no período. Diante da expectativa de menor expansão da economia no primeiro trimestre e da menor probabilidade de adoção de medidas fiscais que impactem positivamente a atividade econômica neste ano, acreditamos que o Fed não irá acelerar o ritmo de normalização da política monetária. Esperamos mais duas altas dos juros dos EUA neste ano. Na Europa, por conta do aquecimento da economia e da consequente redução do risco de deflação, acreditamos que o Banco Central Europeu encerrará seu programa de compra de ativos no final deste ano.



Sumário Executivo

 Soja – Apesar da maior oferta global, as cotações internacionais seguem com tendência de ligeira alta, refletindo a expansão do consumo mundial. Os preços domésticos, por outro lado, devem continuar em queda nos meses à frente, com o avanço da colheita da safra recorde brasileira.
  Milho – Assim como os preços de soja, as cotações internacionais seguem com leve tendência altista, diante do aumento da demanda global. Em contrapartida, os preços domésticos devem permanecer em queda, refletindo o avanço da colheita da safra recorde brasileira e a intensificação da colheita da 2ª safra a partir de junho.
 Café – Os preços no mercado externo devem apresentar modesta elevação nos próximos meses, como resultado da oferta global mais ajustada ao consumo e da safra de bienalidade baixa no Brasil. Assim, os preços domésticos também seguirão em alta.
 Boi – Os preços do boi deverão continuar em baixos patamares nos meses à frente, refletindo, de um lado, o consumo doméstico ainda fraco e as exportações sem tendência de crescimento e, de outro, a ampliação da oferta de animais prontos para abate, em resposta à maior oferta de bezerros.
  Açúcar e Etanol – Os preços internacionais do açúcar devem permanecer próximos aos patamares atuais, como reflexo de menores déficits globais de produção. A entrada de nova safra brasileira a partir de abril deve exercer pressão de baixa para os preços de etanol.




SOJA – Apesar da maior oferta global, as cotações internacionais seguem com tendência de ligeira alta, refletindo a expansão do consumo mundial. Os preços domésticos, por outro lado, devem continuar em queda nos meses à frente, com o avanço da colheita da safra recorde brasileira.


Fundamentos

 O USDA divulgou o 12º (e último) levantamento da safra 2016/17 de grãos, que já foi colhida nos EUA e está sendo colhida no Brasil e na Argentina. A produção norte-americana chegou a 117,2 milhões de toneladas, atingindo patamar recorde, com alta de 9,7% ante a safra passada. Para a Argentina, a estimativa passou de 55,5 para 56,0 milhões de toneladas. Para o Brasil, o USDA elevou a estimativa de 108 para 111 milhões de toneladas, pouco acima do volume esperado pela Conab, de 110 milhões de toneladas. A relação entre o estoque e o consumo global está estimada em 26,3%, superior à observada na safra passada (24,3%). As projeções para o consumo mundial vêm sendo revisadas para cima nos últimos cinco meses, apontando alta de 5,6% ante a safra anterior.
 A Conab divulgou a 7ª estimativa da safra 2016/17, que já sendo colhida no Brasil. A produção esperada é recorde, alcançando 110,2 milhões de toneladas, o equivalente a uma expansão de 15,4% ou de 15 milhões de toneladas em relação à safra anterior. Na comparação com o levantamento do mês anterior, a Conab revisou para cima sua estimativa, de 107,6 para 110,2 milhões de toneladas, refletindo a melhor expectativa para a produtividade.
 A probabilidade de ocorrência do El Niño no segundo semestre do ano tem se mostrado crescente, embora não seja possível estimar sua intensidade. Os principais efeitos desse evento climático são chuvas no Sul do País e seca no Nordeste, com aumento de temperatura nas demais regiões. Para a safra 2016/17, que está em andamento, não há riscos. Os possíveis impactos seriam observados na safra 2017/18.
 Apesar do crescimento da oferta global, as cotações internacionais seguem com tendência de ligeira alta, refletindo a expansão do consumo mundial. Já os preços domésticos devem continuar em queda nos meses à frente, com o avanço da colheita da safra recorde brasileira.


MILHO – Assim como os preços de soja, as cotações internacionais seguem com leve tendência altista, diante do aumento da demanda global. Em contrapartida, os preços domésticos devem permanecer em queda, refletindo o avanço da colheita da safra recorde brasileira e a intensificação da colheita da 2ª safra a partir de junho

Fundamentos

 O USDA divulgou o 12º (e último) levantamento da safra 2016/17, já finalizada nos EUA e em colheita na América do Sul. A produção de milho nos EUA alcançou 384,8 milhões de toneladas, um recorde com alta de 11,4% ante a safra passada. Para a Argentina, a estimativa foi revisada de 37,5 para 38,5 milhões de toneladas, atingindo nível recorde. Para o Brasil, o USDA também revisou sua projeção de oferta, de 91,5 para 93,5 milhões de toneladas, acima da produção esperada pela Conab, de 91,5 milhões de toneladas. A relação entre estoque e consumo global de milho subiu de 21,2% para 21,4%, patamar próximo ao da safra passada (21,9%). A expectativa para o consumo mundial também foi revisada para cima pelo sétimo mês consecutivo, em 3,2 milhões de toneladas, o correspondente a uma expansão de 0,3% ante o levantamento do mês anterior. Em relação à safra passada, a estimativa da demanda global representa elevação de 8,5%.
 A Conab divulgou a 7ª estimativa da safra 2016/17 para o Brasil, que está sendo colhida. Com o retorno dos bons níveis de produtividade, a produção total de milho deve alcançar 91,5 milhões de toneladas, expansão de 37,5% em relação à safra anterior, o equivalente a 25 milhões a mais de produção. A primeira safra, que não sofreu quebra relevante de produtividade no último ano, deve atingir 29,9 milhões de toneladas, subindo 15,9%, também na comparação com a safra passada. Já a segunda safra, que apresentou redução significativa de produtividade no período anterior em função da estiagem, deve recuperar seu potencial produtivo. Dessa forma, a safra brasileira deve atingir patamar recorde, de 61,6 milhões de toneladas, o que representa crescimento de 51,1% em relação a 2016. Na comparação com o levantamento do mês anterior, a Conab revisou a produção da primeira safra, de 29,3 para 29,9 milhões de toneladas, refletindo, principalmente, a melhor estimativa para a produtividade. Para a segunda safra, cuja colheita começará em junho, as estimativas oscilaram de 59,7 para 61,6 milhões de toneladas.
 A probabilidade de ocorrência do El Niño no segundo semestre do ano tem se mostrado crescente, embora não seja possível estimar sua intensidade. Os principais efeitos desse evento climático são chuvas no Sul do País e seca no Nordeste, com aumento de temperatura nas demais regiões. Para a safra 2016/17, que está em andamento, não há riscos. Os possíveis impactos seriam observados na safra 2017/18.
 Com a forte expansão da produção de milho no Brasil neste ano, as exportações poderão ser um canal de escoamento do excedente. Na safra passada, foram exportadas 18,9 milhões de toneladas. Para este ano, a Conab estima que deverão ser embarcadas 5,1 milhões de toneladas a mais, somando 24 milhões de toneladas. Ainda assim, os estoques domésticos de milho saltarão de 8 para 20 milhões de toneladas, o equivalente a 34% do consumo, relação que foi de 15% na safra anterior.
 Assim como os preços de soja, as cotações internacionais seguem com leve tendência altista, diante do aumento da demanda global. Em contrapartida, os preços domésticos devem permanecer em queda, refletindo o avanço da colheita da safra recorde brasileira e a intensificação da colheita da 2ª safra a partir de junho.




CAFÉ – Os preços no mercado externo devem apresentar modesta elevação nos próximos meses, como resultado da oferta global mais ajustada ao consumo e da safra de bienalidade baixa no Brasil. Assim, os preços domésticos também seguirão em alta

Fundamentos

 O último relatório semestral divulgado pelo USDA em dezembro sobre a safra 2016/17, que já está colhida no Brasil e em fase de colheita nos demais países produtores, mostrou elevação da relação entre estoque e consumo de 20,9% para 21,7%, mas segue abaixo do verificado na safra passada (22,9%). A estimativa para a oferta colombiana subiu de 13,3 para 14,5 milhões de sacas entre junho e dezembro, refletindo a recuperação do potencial produtivo da lavoura. No Vietnã, impactado pela estiagem, a projeção foi revisada para baixo, passando de 27,3 para 26,7 milhões. A estimativa de oferta no Brasil, por sua vez, foi revisada de 55,9 para 56,1 milhões de sacas, diante da melhora da expectativa de produção de café arábica, que oscilou de 43,8 para 45,6 milhões de sacas. Por outro lado, a projeção de produção do café robusta caiu de 12,1 para 10,5 milhões de sacas, refletindo a estiagem no Espírito Santo. O próximo levantamento do USDA será divulgado em junho deste ano.  A Conab divulgou em janeiro seu 1º levantamento da safra 2017/18 de café, que começará a ser colhida a partir de abril. Considerando os intervalos médios, a produção esperada total de café é de 45,6 milhões de sacas. O montante corresponde a um recuo de 11,3% ante a safra anterior, que reflete a bienalidade baixa do arábica, cuja produção foi estimada em 36,5 milhões de sacas, uma queda de 16,0%, na mesma métrica. Já a projeção de produção do café robusta é de 9,1 milhões de sacas, uma elevação de 14,3%, na mesma base de comparação. A expectativa de alta é explicada pela melhora climática das regiões produtoras em Rondônia, Bahia e Espírito Santo e a consequente recuperação da produtividade. A próxima estimativa da Conab será divulgada apenas em maio.
  Os preços no mercado externo devem apresentar modesta elevação nos próximos meses, como resultado da oferta global mais ajustada ao consumo e da safra de bienalidade baixa no Brasil. Assim, os preços domésticos também seguirão em alta.

BOI – Os preços do boi deverão continuar em baixos patamares nos meses à frente, refletindo, de um lado, o consumo doméstico ainda fraco e as exportações sem tendência de crescimento e, de outro, a ampliação da oferta de animais prontos para abate, em resposta à maior oferta de bezerros.


Fundamentos

 Em meados de março, a Polícia Federal deflagrou a operação Carne Fraca, apontando irregularidades na fiscalização de frigoríficos. Imediatamente, países compradores responsáveis por mais de 50% dos destinos, como China, Hong Kong, Egito, Arábia Saudita, África do Sul e União Europeia, embargaram a carne brasileira para averiguação. Passados quinze dias, os principais países de destino retiraram os embargos temporários, mas manterão maior rigidez nos controles. Com a reversão dos embargos, o impacto deverá ser pequeno nos volumes exportados. Ainda assim, poderemos observar algum impacto negativo em preços e em maior demora nos embarques.
 Como resultado da retenção de fêmeas realizada nos últimos anos, a oferta doméstica de bezerros está em expansão, levando à redução dos preços dos animais. Desde abril do ano passado, os preços do bezerro já caíram 18%. Com isso, a relação de troca entre boi gordo e bezerro está melhor, mesmo com a recente queda de preços do boi. Essa elevação propiciará uma ampliação da oferta de animais prontos para abate no curto e no médio prazos.
  Entre março e abril os preços da carne bovina no atacado paulista subiram em média 5,5%, como resultado do recuo dos abates na ocasião da operação Carne Fraca.
 Segundo dados da Secex, as exportações de carne bovina nas duas primeiras semanas de abril caíram 2,6% em quantidade e 1,8% em valor, na comparação com o mesmo período do mês anterior.  Os fundamentos continuarão mantendo os preços do boi em baixos patamares nos meses à frente: (i) fraco consumo doméstico, refletindo os ajustes ainda em curso do mercado de trabalho; (ii) ampliação da oferta de animais prontos para abate, em resposta à maior oferta de bezerros; (iii) exportações, que representam 20,0% da demanda total, não deverão crescer como esperado inicialmente, com algum impacto negativo da operação Carne Fraca.



AÇÚCAR E ETANOL – Os preços internacionais do açúcar devem permanecer próximos aos patamares atuais, como reflexo de menores déficits globais de produção. A entrada de nova safra brasileira a partir de abril deve exercer pressão de baixa para os preços de etanol.

Fundamentos
 O último relatório do USDA, divulgado em novembro, apontou redução do déficit global entre produção e consumo de açúcar, cuja estimativa foi revisada de 4,3 para 2,6 milhões de toneladas. Na safra anterior, esse déficit tinha atingido 6,7 milhões de toneladas.
  A Conab divulgou neste mês o 4º (e último) levantamento da safra 2016/17. A área plantada foi 4,6% maior que a safra passada, devido à incorporação da cana bisada (sobra) da safra anterior, que atrasou por conta das chuvas. A produção de cana caiu 1,3%, refletindo o recuo de 5,6% da produtividade. A cana foi mais direcionada para a produção de açúcar, que cresceu 15,5%. No sentido oposto, a produção de etanol total recuou 8,7%, diante das quedas de 1,2% e de 13,1% do anidro e do hidratado, respectivamente. Além disso, foi estimado recuo de 2,3% para a área plantada. Em São Paulo, maior estado produtor, a área deverá ser 4,5% menor, diante do grande número de empresas ainda enfrentando dificuldades financeiras, apesar da melhora recente do setor. A produção de cana está estimada em 647,6 milhões de toneladas, recuando 1,5% ante a safra anterior. A produtividade deverá subir 0,9%, com a melhora do clima no Nordeste. Refletindo a melhor rentabilidade do açúcar, novamente a safra será mais voltada à produção da commodity, devendo somar 38,7 milhões de toneladas, mesmo volume da safra passada. Já a produção de etanol deverá cair 4,9%, puxada pelo recuo de 10% do etanol hidratado. Em contrapartida, a produção de etanol anidro (misturado à gasolina) deverá crescer 2,8%.
 Segundo a Unica, a safra 2016/17 foi finalizada no Centro-Sul com 607,2 milhões de toneladas de cana, recuando 1,7% ante a safra passada. A maior parcela da cana foi direcionada para o açúcar, cuja produção avançou 14,1%, refletindo a melhora de preços da commodity, enquanto a produção de etanol caiu 9,1%.  As vendas de etanol hidratado pelas distribuidoras caíram 18,3% em 2016 e 26% no 1º bimestre deste ano, na comparação interanual. Na mesma métrica, as vendas de gasolina subiram 4,6% em 2016 e 7% neste ano. A preferência do consumidor pela gasolina foi reflexo da alta de preços do etanol, que levou a relação entre os dois combustíveis a ultrapassar 75,0%.
 Os preços internacionais do açúcar estão em retração desde fevereiro, refletindo a liquidação de posições compradas pelos fundos de investimentos e as notícias de que a produção mundial poderá ser melhor do que a anteriormente esperada, contribuindo para recuo dos déficits globais de produção.
 A probabilidade de ocorrência do El Niño no segundo semestre do ano tem se mostrado crescente, embora não seja possível estimar sua intensidade. Assim, há incertezas quanto ao superávit global esperado recentemente, já que o El Niño normalmente frustra safras na Ásia e na Austrália.



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