terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Economia em 1 Minuto



Câmbio


No mercado internacional, não surgiu nenhuma explicação melhor para a queda na bolsa chinesa e para a subida do USDCNY. Apenas nos atentamos que a proibição das vendas descobertas expira no dia 8, e pode ter sido o principal gatilho para o movimento. Hoje não tivemos grandes movimentos de venda, mas a moeda chinesa voltou a se desvalorizar um pouco contra o dólar. Nos EUA, o ISM Manufacturing ficou um pouco pior que o esperado e isso se dá principalmente pela valorização do dólar. Hoje teremos apenas os dados da venda de veículos, mas amanhã o dia deverá ser bastante importante. Na quarta teremos o importantíssimo ISM de serviços, o durable goods, o ADP e as minutas do FED e o mercado deve se posicionar também no dia de hoje para tudo isso. Por aqui, tivemos mais um dia bastante ruim. O mercado entendeu a troca de ministro e as primeiras medidas tomadas como uma guinada heterodoxa da gestão econômica e isso não tem ajudado na valorização do BRL. Os níveis de alocação comprada em dólares estão nas máximas e finalmente temos visto essas compras fazerem preço. Além disso, o mercado externo ajudou no pessimismo com a China liderando as quedas. Não vimos nada de especial nos mercados secundários ontem, que mostraram um on/off caindo e um cupom do casado fechando. Mostraram então que não tivemos grandes fluxos, nem de estrangeiros nem no mercado à vista, explicando a alta, e que portanto, trata-se principalmente de expectativa. O índice de ações caiu com força e o crédito também mostrou fraqueza. Hoje os mercados lá fora mostram menos estresse mas ainda assim seguem piorando. Amanhã, como dito, teremos muitos dados nos EUA, o que desfavorecem uma posição puramente tática. Caso exista alguma melhora acreditamos que deve ser curta.

Juros


Algumas notícias neste início de ano sinalizam que o governo pode estar voltando à mentalidade econômica do primeiro mandato na intenção de tentar reanimar a atividade econômica. Um influente jornalista noticiou que a decisão do próximo Copom segue em aberto, ao contrário do que a maioria dos analistas de mercado tinha em mente. Somente esses fatos já seriam suficientes para termos um movimento de steepening nas taxas de juros locais, soma-se a isso o clima global de aversão ao risco que segue enfraquecendo as moedas de países emergentes. Esperamos uma abertura com taxas em alta, seguindo movimento global de piora nos emergentes.

Commodities


O Petróleo teve um dia bastante volátil. Os ganhos do começo do dia foram impulsionados com o agravamento das tensões no Oriente Médio. A Arábia Saudita cortou relações diplomáticas com o Irã, após manifestantes iranianos invadirem a embaixada saudita em Teerã, em protesto contra a execução do clérigo xiita Nimr al-Nimr. A commodity devolveu os ganhos no período da tarde, muito se fala em liquidação das posições. Houve também quem justificou a queda devido ao relatório da Genscape, afirmando que os estoques de petróleo bruto no centro de distribuição de Cushing (Oklahoma) alcançaram o nível mais alto de todos os tempos na semana até 1º de janeiro, superando por 347 mil barris, o recorde anterior. Porém não vimos nenhum motivo concreto para a queda. Os metais básicos fecharam com queda expressiva, depois de um indicador industrial fraco da China. O PMI do setor industrial da China recuou para 48,2 em dezembro, de 48,6 em novembro, segundo pesquisa final da Caixin Media e da Markit, o 10º mês consecutivo de leitura abaixo de 50,0, o que indica contração de atividade. O PMI industrial oficial, divulgado na semana passada, subiu levemente para 49,7 em dezembro, de 49,6 no mês anterior, mas ficou abaixo de 50 pelo quinto mês seguido. A Bolsa Chinesa teve o pior começo de ano da história, com as negociações suspensas após o índice estar caindo 7%. O Ouro fechou em alta com a queda geral das Equities pelo mundo. Nos Grãos, a Soja fechou em queda pressionada por chuvas no Centro-Oeste do Brasil e pela expectativa de mais precipitações nos próximos dias. O Trigo foi influenciado pela previsão de clima mais favorável para importantes regiões produtoras, como o leste Europeu e Mar Negro. As commodities softs fecharam com perdas com a valorização do Dólar diante do Real.









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Agenda Econômica / Expectativas para o dia


Agenda EconômicaExpectativaDivulgado
EUA: Wards total vehicle sales18MM-
CHI: Caixin China PMI Services51,2-
CHI: Caixin China PMI Composite50,5-
Expectativas para o dia
Dólar                                          alta
Juros em R$                              alta
Commodities                               - 
Moedas / USDCotação∆ 1 dia
BRL4,02-0,46%
EUR1,08-0,70%
GBP1,47-0,28%
JPY118,99-0,38%
AUD0,72-0,31%
MXN17,310,00%
DXY99,270,40%
CommoditiesPreço∆ 1 dia
Petróleo WTI (US$/bbl)36,69-0,19%
Ouro NYMEX (US$/oz)1077,900,25%
Alumínio LME (US$/ton)1513,500,00%
Cobre LME (US$/ton)4701,000,00%
Açúcar ICE (US$ cents/lb)14,94-0,20%
Café BM&F (US$/saca)149,50-0,60%
Soja CBOT (US$ cents/bu)862,250,73%
Algodão ICE (US$ cents/lb)62,610,00%

Bolsas Brasil, EUA e EuropaPontos∆ 1 dia
Ibovespa Futuro (Brasil)427350,27%
S&P Futuro (EUA)1995-0,69%
DAX (Alemanha)10205-0,76%
CAC 40 (França)4491-0,70%
FTSE 100 (Inglaterra)6082-0,19%
Bolsas Ásia - FechamentoPontos∆ 1 dia
Nikkei 225 (Japão)18374-0,42%
CSI 300 (China)34790,28%
Hang Seng (Hong Kong)21189-0,65%


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